Entrei em Contact Center no ano 2000.

De ‚Äúpara quedas‚ÄĚ, como todo mundo. Afinal, ningu√©m formou no 2¬ļ grau ou faculdade sonhando em trabalhar nessa √°rea.

ūüöÄ Comecei como Operador. Depois Supervisor de equipe. De Supervisor a Instrutor, montando √°rea de Treinamento. De Instrutor a Analista de Projetos e Implanta√ß√£o. De Analista de Projetos a Coordenador de Opera√ß√Ķes. De Coordenador de Opera√ß√Ķes a Gerente de Opera√ß√Ķes. De Gerente a Gerente Geral de Opera√ß√Ķes.

ūüéß Subestimar Contact Center n√£o faz sentido:

1 ‚Äď Foi (e ainda √©) o 1¬ļ EMPREGO de muitos profissionais. Ali o jovem aprende que n√£o √© como escola que pode ‚Äúmalandrar‚ÄĚ o ano inteiro e passar de ano: se aprende sobre pontualidade, postura, press√£o, metas, consequ√™ncias, relacionamento e crescimento na carreira.

2 РO Operador de Contact Center é GENTE, assim como qualquer profissional: e gente tem COMPORTAMENTO. Vaidade; fazer o mínimo querendo o máximo em troca; inteligência emocional; acompanhamento; desafios; clima e etc são fatores que impactam qualquer área, qualquer ambiente profissional.

3 ‚Äď Contact Center √© ESCOLA profissional. L√° se aprende sobre PDCA, sobre lideran√ßa, sobre relacionamento, resili√™ncia, gest√£o financeira, fazer escolhas, amadurecimento e muito mais.

4 ‚Äď Comparado com outras √°reas, Contact Center d√° aula de ACOMPANHAMENTO. Trabalhei depois em Telefonia e constatei isso na pr√°tica.

5 ‚Äď ESCUTAR O CLIENTE e suas insatisfa√ß√Ķes: ou se faz isso, ou sua empresa vai perder clientes. Talvez at√© falir por n√£o dar aten√ß√£o que o assunto merece.

6 РCRESCIMENTO profissional: é uma área que permite o crescimento para quem se esforça e é resiliente.

Como em todas as áreas, tem pessoas, líderes e empresas em bons e maus momentos.

Sim, Contact Center foi minha maior escola profissional! E a de muita gente brilhando em v√°rias √°reas por esse Brasil.

ūüôŹ A meus liderados, l√≠deres, clientes e parceiros de Contact Center, meu muito obrigado!

 

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